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Uso de metodologias ativas coloca o aluno como protagonista do processo de ensino e aprendizagem

Para despertar o interesse em aprender e promover a autonomia e o protagonismo dos estudantes, muitos professores vêm utilizando abordagens que vão além da aula expositiva, como atividades em grupo, jogos, projetos e uso de recursos digitais.

Essas práticas pedagógicas, que ampliam a voz aos alunos e os colocam no centro do processo de aprendizagem, recebem o nome de metodologias ativas. Elas visam a uma aprendizagem mais concreta e significativa e trabalham tanto os conteúdos curriculares, muitas vezes de forma interdisciplinar, como as habilidades socioemocionais — a comunicação, a colaboração e a cooperação, por exemplo.

Como resultado, aumentam a motivação e o engajamento dos alunos, que se reconhecem como atores do processo de construção do conhecimento e não como meros expectadores de uma aula. No ensino de idiomas, especificamente, devido à maior prática e participação nas atividades, essas abordagens permitem trabalhar melhor as diferenças dos alunos de uma mesma turma em relação ao nível de compreensão da língua e ao perfil de aprendizagem. 

Simoní C. H. Veit, em seu trabalho de conclusão de curso em Letras – Língua Inglesa, na Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), em 2016, mostra que o ensino de língua adicional pode ser potencializado com o uso das metodologias ativas. Isso porque, de acordo com estudos mapeados pela autora, as atividades proporcionam um maior envolvimento dos alunos e o desenvolvimento de habilidades como maior autonomia e o exercício da criticidade.

Para conhecer a experiência de professores de língua inglesa que utilizam metodologias ativas em suas aulas, conversamos com três docentes que atuam na educação básica. Eles contam como usam essas práticas no dia a dia, dão exemplos de atividades que realizam, falam sobre os principais resultados e desafios e compartilham dicas e orientações.

Você pode ler o depoimento completo de cada um, clicando nos links abaixo:

Ezequiel Gonçalves de Paula, professor da rede municipal de Varre-Sai (RJ) e da rede estadual de Minas Gerais, no município de Eugenópolis

Fernanda Cesar Machado Borges, professora do Centro de Educação de Jovens e Adultos (Ceja) e do Centro de Educação Tecnológica e Profissionalizante (Cetep), em Itaperuna (RJ)

Guilherme Augusto dos Santos Póvoa, que dá aulas no curso técnico do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), em Cachoeiro de Itapemirim