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A perspectiva decolonial na escola, sob o olhar de gestores

O pensamento decolonial, que surge nos primeiros anos do século XXI, busca problematizar a questão colonial em seus múltiplos aspectos, propondo a desconstrução da hegemonia eurocêntrica e a superação de todos os tipos de opressão e dominação, não apenas nos aspectos cultural, político e econômico, mas também no que diz respeito a gênero e etnia. 

No campo da educação, a contribuição dessa abordagem está em colaborar para uma visão crítica do processo colonial, para a descolonização do saber e para o resgate e a valorização de conhecimentos, produções e temáticas relacionados aos povos originários e aos países considerados periféricos.

Além do que é desenvolvido em sala de aula, a perspectiva decolonial também pode estar presente na atuação de gestores, seja na formação de professores ou em ações e projetos realizados no ambiente escolar.

Confira as experiências de dois profissionais que trabalham com essa concepção:

Ruan Nunes, professor de língua inglesa, que atuou no acompanhamento de estagiários e na formação de docentes em escolas de idiomas e na rede municipal do Rio de Janeiro (RJ)

Ivanilma de Oliveira Gama, chefe substituta da biblioteca do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ), no Rio de Janeiro